segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

VA_5_Educação_Comunitária

Protagonismo juvenil e participação escolar


A educação deve promover o acesso aos bens culturais exigidos pela sociedade contemporânea e garantir uma formação política que permita aos jovens participar da vida social de forma mais crítica, dinâmica e autônoma.Prof. Ulisses Araújo



Protagonismo Juvenil é o processo no qual o jovem é simultaneamente sujeito e objeto da ação de desenvolvimento de suas potencialidades.
(Bruno Silveira)

Uma das ferramentas que possuímos hoje para promover o Protagonismo Juvenil dentro de nossas escolas é a Aprendizagem Baseada em Problemas, pois é possível propor  aos alunos situações significantes e contextualizadas no mundo real.

Com essa metodologia podemos inserir o jovem em sua sociedade, mostrando-lhe que faz parte desta comunidade, propondo o olhar crítico as problemáticas reais, e colocando esse jovem a frente de soluções.
A promoção da participação é feita a partir de assessoria escolar, grêmios estudantis, estratégias de resolução de problemas e mediação de conflitos, estratégias de aproximação entre escola família e comunidade.

Neste contexto, podemos propor aos alunos dentro da escola a participação efetivas em:
  • ·         Assembleias escolares
  • ·         Grêmios estudantis

VA_2_Educação_Comunitária

Fórum escolar de ética e de cidadania

A Vídeo-aula apresenta a proposta do Fórum Escolar de Ética e Cidadania. O fórum tem como papel essencial articular os diversos segmentos da comunidade, escolar e não-escolar, que se disponham a atuar no desenvolvimento de ações mobilizadoras em torno das temáticas de ética, democracia e cidadania no convívio escolar, focando de forma específica quatro eixos de atuação: ética, convivência democrática, direitos humanos einclusão social. Profº Ulisses Araújo.

O Fórum  Escolar de Ética e de Cidadania tem como principal objetivo articular a comunidade escolar como um todos, passando por todos seus segmentos, desenvolvendo ações que mobilizem seus atores nas temáticas de ética e cidadania na realidade escolar.



O MEC propõe um material muito rico para auxiliar as escolas a prepararem seus Fóruns. Lançado em 2007 o Programa Ética e Cidadania:
“pretende criar as condições necessárias para que valores de ética, democracia, justiça e cidadania sejam incorporados no cotidiano das salas de aula. Para isso, propõe a criação dos Fóruns Escolares de Ética e de cidadania nas escolas, nos municípios e nos estados, e buscará
instrumentalizar a ação dos profissionais da educação envolvidos em sua implementação nas escolas participantes por meio de recursos didáticos e materiais pedagógicos adequados.”


Para que o Fórum funcione corretamente, algumas sugestões são orientadas pelo MEC, como:
  •  Estabelecer um calendário fixo de reuniões para todo o ano escolar. Nossa sugestão é
  • de uma periodicidade quinzenal ou mensal.
  • Escolher um coordenador ou um comitê gestor para o Fórum, que se responsabilizará pela organização das reuniões e a comunicação com a secretaria do Programa Ética e Cidadania.
  • Estabelecer antecipadamente a pauta dos encontros, que pode ser elaborada com sugestões de quaisquer membros, e divulgá-la amplamente, não só aos participantes regulares, mas também aos demais membros da comunidade que porventura se interessem em participar.
  • Registrar todas as reuniões por meio de atas, mesmo que simples, é fundamental, não só para documentar as decisões tomadas e as regras estabelecidas, mas também para assegurar a história e a memória dos encontros.
  • Ter abertura para o diálogo e para a discussão permanente das regras de convivência e de participação nos encontros.
  • Manter constantes avaliações dos projetos e das reuniões do Fórum.
  • Garantir o livre direito de expressão, mantidos os preceitos de respeito mútuo, e incentivar a participação presencial e oral de alunos e alunas.



VA_1: Educação_Comunitária

A escola e as relações com a comunidade


Esta vídeo-aula discute que a escola necessita ampliar os espaços educativos, incorporando os recursos da cidade e prioritariamente do entorno da escola no desenvolvimento de projetos que contemplem a comunidade como espaço de aprendizagem. Prof Ulisses Araújo.


A escola deve ter em seu planejamento a previsão de realizar a integração com a comunidade.
Essa integração é realizada em três momentos diferenciados:

Para “fora da escola”
Os alunos devem explorar a comunidades que vivem, a fim de refletiram sobre as problemáticas existentes. Eles deve ser orientados pelos docentes sobre o exercício da cidadania, envolvendo-se em problemas com temas como sexualidade e ambiental.

Para “dentro” da escola 
O currículo deve ser estudado pela equipe escolar com a finalidade de que permita que as observações dos alunos sobre a sua comunidade se complementem ao conteúdo dos disciplinas.

Protagonismo juvenil 
O PPP das unidades escolares devem estar a favor de propiciar aos jovens formação básica para o exercício da cidadania, compreendendo o mundo ao ser redor e o seu papel nele.

Hoje o Estado de São Paulo trás essa discussão com todo o seu currículo oficial, e desde 2011 vem fazendo intervenções em algumas escolas, implementando o projeto Escola de Ensino Médio de Tempo Integral, que tem por base o protagonismo juvenil.  Neste projeto, todas as ações escolares são baseadas em instrumentalizar esse jovem para o mercado de trabalho, visando seus desejos e sonhos.




sexta-feira, 2 de novembro de 2012

VA_16_Educação e Construção de Valores

A construção de valores e a dimensão afetiva


Apresentamos, nesta vídeo-aula, a perspectiva da afetividade como organizadora do pensamento e, desta forma, como parte fundamental na construção de valores. Ao final, apresentamos algumas indicações de trabalho com os sentimentos na escola. Profª Viviane Pinheiro




Para Piaget a afetividade serve como fonte de energia para a cognição, exemplificando seu pensamento como a gasolina ajuda o carro a andar,porém não modifica o motor do carro.

  • A afetividade como “fonte de energia” para a cognição;
  • A afetividade como um dos aspectos organizativos do psiquismo humano.
Culpa e Vergonha


A culpa diz que fiz algo errado; a vergonha diz que há algo errado comigo. A culpa diz que cometi um erro; a vergonha diz que sou um erro. A culpa diz que algo que fiz não era bom; a vergonha diz que eu não sou bom (Bradshaw, 1988).


Na escola devemos:

  • Não minimizar vínculos afetivos;
  • Respeito à diversidade a partir do valor tolerância regulado pelos sentimentos morais;
  • Promoção de um ambiente mais saudável e feliz, em que os sentimentos positivos levem à resolução de conflitos morais para um mundo mais justo e solidário.