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sexta-feira, 21 de junho de 2013

VA_24_Educação_Especial

Modelos de ensino: das concepções docentes às práticas pedagógicas

Resgatar norteadores da formação docente, além de modelos de ensino. Evidenciar os conflitos que tais modelos implicam na educação de pessoas com as necessidades especiais, tanto pela necessidade de implementação e auxílio de novas lógicas e tecnologias (deficiências físicas e sensoriais) como de repensar metas centrais da escola (deficiências intelectais).


VA_23_Educação_Especial

A educação de pessoas com necessidades especiais é de fato ineficaz?

Desenvolvimento de pessoas com necessidades especiais – a questão da plasticidade neurológica em sua intrínseca relação com o papel do meio.



VA-20_Educação_Especial

A complexidade no estudo dos processos desenvolvimentais humanos

Desenvolvimento segundo a perspectiva histórico-cultural, particularmente a partir das noções da rede de significações, em que se considera o papel fundante do outro, do contexto e da cultura, na interrelação biológico-cultural

As crianças na escola, mais do que tudo criam intuitivamente a sua rede de significações, e a relação biologia-cultural tem importante papel nessa fase.

Os docente necessitam criar meios de realizar observações contínuas dos alunos, e rompendo o paradigma de efetuar comparações com o restante da turma ou da família.

Surge nesse cenário a figura do Mediador.

Precisamos observar em nossa crianças:
  • quem cuida e o modo como cuida
  • contextos cultural e socialmente regulados
Temos então múltiplas dimensões:
  • o tempo presente, ou microgenético
  • o tempo vivido, ou ontogenético
  • o tempo histórico, ou cultural
  • o tempo prospectivo, ou orientado para o futuro
  • pode levar a crises, desencontros e conflitos.

Aspectos cotidianos a serem observados:
  • Frequência e tipo de contato
  • forma como manipulam as crianças
  • locais em que a colocam e posturas que promovem
  • posição do adulto com relação à criança
  • relação estabelecida
  • se e como introduzem a criança à outras pessoas
  • grau de autonomia
  • se e como intercedem em situações de dificuldades
Temos então, após as relações serem firmadas, os seguintes fenômenos:
  • promoção de certas práticas sociais
  • delimitam zonas de atuação na interação;
  • impulsionadora em determinadas direções e aquisições, ao mesmo tempo em que distancia ou, mesmo, impede ou interdita outras.

VA_19_Educação_Especial

O todo pela parte

A questão ética, os valores e os preconceitos: relação professor - aluno e o estigma. Buscando quebrar certezas!

Abaixo a uma estória que ilustra esta aula:


Destaca-se na estória alguns pontos:

  • Características pessoais que temos podem ser exaltadas ou não
  • Podemos aprender com outras pessoas
  • Há alguns atributos que são mais valorizados que outros

 "Situação do indivíduo que está inabilitado para aceitação social plena." (Goffman)
Assim, temos que o estigma é uma relação entre duas pessoas , pois envolve a aceitação de uma pela outra e vice-versa. Na escola temos essas relações entre as crianças muito forte, e é preciso ensiná-las a conviver com as diferenças.


VA_16_Educação_Especial

Trajetórias escolares de deficientes e a EJA: a questão do fracasso escolar

Apresentação de pesquisa que evidencia e discute as múltiplas e conturbadas trajetórias de pessoas com necessidades especiais, que culminam com a busca pela Educação de Jovens e Adultos.


VA_15_Educação_Especial

Como anda a educação especial no país?

Deverão ser apresentados dados da educação especial e inclusiva no Brasil, segundo o MEC. Ainda, segundo algumas pesquisas, mostrando os avanços e limites do processo em diferentes cidades brasileiras.



VA_12_Educação_Especial

Como vem sendo organizada a educação especial no país?


Estruturação dos serviços para crianças e jovens com necessidades educacionais especiais: a escola especial, escola regular, sala de recursos, classe especial e AEE, dentre outros.



VA_11_Educação_Especial

Legislações, declarações e diretrizes

Apresentação de uma série de referências legais, que não só colocam em pauta a questão da inclusão enquanto direito, como instrumentaliza as escolas e os professores para receber e trabalhar com alunos com deficiências.

As legislações internacionais são oriundas de um contexto histórico e sociais, frutos de embates trazendo vários avanços:

1944
Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU);
1990
Conferência Mundial da Educação para todos (ONU);
1994
Declaração de Salamanca- Princípios, Políticas e Práticas em Educação Especial.

No Brasil temos uma evolução legislativa, como abaixo:

1988
 Constituição reafirma o direito das pessoas especiais em receber a educação pública
1996
LDB (Lei 9.394/96);
2000
(Lei 10.098) Acessibilidade ;
2001
Plano Nacional de Educação;
2001
Decreto 3.956- Eliminação de todas as formas de discriminação a pessoa com deficiência;
2002
 Lei 10.436- Reconhecimento de ”Línguas";
2007
Política Nacional de Educação Especial, na perspectiva da Educação Inclusiva (União Estado e Município) (Educação Especial como apoio ao sistema regular de ensino);


Nos dias atuais ainda convivemos com a problemática de garantir a operacionalização dos pontos legislados, se faz necessário que neste ponto tenhamos outras preocupações, pois as leis já foram criadas, é o momento de focarmos na fiscalização e no suprimento de ferramentas necessárias para o efetivo trabalho em sala de aula.

VA_08_Educação_Especial


Contradições de valores na escola: entrelaçados da história com a história da educação e da educação especial

Apresentar práticas e discursos construídos histórico-socialmente relacionados à Educação Especial e Inclusiva, frutos de diferentes movimentos sociais. Dialogar noções de justiça da participação de pessoas com necessidades especiais na escola com algumas das tradicionais noções da função da escola.
Desde a nossa colonização a educação sempre foi um ato do estado, ora ofertado pela igreja, e depois institucionalizado pelo governo.
Até os anos 50, tínhamos cerca de metade de nossa população analfabeta e escolas precárias, onde somente a elite tinha oportunidade de estudar e formar-se.
A partir da Constituição Federal de 34 a educação passa a ter o caráter obrigatório e gratuito fornecido pelo Estado.
Nos anos 50 temos os primeiros cursos de formação de docente com enfoque no atendimento a crianças especiais.
Após vinte anos ainda temos no Brasil o atendimento a estes alunos especiais separadamente, em unidades isoladas das de ensino regular.
Com a Declaração de Salamanca em 1994 temos uma reforma na educação e a inclusão dos alunos especiais em classes de ensino regular é citada.

VA_07_Educação_Especial


Crianças e jovens com necessidades especiais na escola – dialética da inclusão / exclusão.

Analisar e discutir dificuldades de desempenho das premissas éticas propostas pela constituição, LDB e outros documentos, em função de dificuldades de organização institucionais e dos próprios valores e preconceitos.



VA_04_Educação_Especial

Ética e Saúde a escola

Definir “alunos com necessidades educacionais especiais”. Afunilar esse grupo em função de especificidades relacionadas ao campo da saúde – as deficiências, os transtornos e as síndromes.

VA_03_Educação_Especial

Ética e valores na ação educativa

Retomar pontos sobre ética e valores, estudados nos dois primeiros módulos. A meta será direcionar a discussão desses pontos considerando-os em relação à formação e valores dos professores.
Estamos retomando conceitos e reflexões do início deste curso, afim de direcionarmos as nossas reflexões sobre a formação de valores dos docentes.


Abaixo caraterizamos as 3 revoluções da educação ao longo do tempo:








A escola necessita agora de ferramentas e material humano bem desenvolvidos e sincronizados para o atendimento pleno dos alunos
Novos desafios para o professor:
- estabelecer parcerias;
- conhecer a própria história;
- buscar conhecimentos para romper com a naturalização da exclusão;
- pesquisar e estabelecer novos aparatos metodológicos.